TCZ -
Passado:
Dizem um pouco mais sobre o que já fui, e fornecem um bom horizonte pregresso.
- “Pratos nas paredes” – Primeiro texto intencional para publicação.
- “Frankenstein” – Primeiro texto que me orgulhei de tê-lo feito.
Crítica Social/sobre Comportamento;
Dizem um pouco mais sobre o que penso.
Literatura inacabada ou “Exercícios”:
“Winning Hands” ou “Doomdeck”
Sobre um garoto com um dom incomum, sobre coisas comuns, através de instrumentos incomuns. Era para ser uma história temática com cartas e seus jogos (daí os sugestivos títulos), mas ficou inacabado pelo meu abandono pela musa.
Eu não prevejo o futuro nem minha vida é tão patética quando a do Jogador, mas quem me conhece bem nesses último anos notará algo de auto-biografia em alguns trechos. Bem, estes talvez sejam os primeiros textos que realmente me orgulhei de ter escrito. Ficou um pouco Neil Gaiman ^ ^
“Noir”
Era para ser um mero exercício de descrição bobo na atmosfera Noir (para quem não sabe, leia isso e preste um favor a si mesmo) que acabou virando uma novela de mistério. Foi interrompida por falta de público. Sabe, não é uma história se não existe quem a ouça, se não há ninguém é, quando muito, uma fantasia ou sonho. Mas tenho o final em minha mente, pois é uma das minhas tramas não-tão-originais favoritas. Se um dia tiver mais público, melhoro os cinco capítulo existentes e termino. Ou não.
- Part I
- Part II
- Part III
- Part IV
- Part V
Literatura perfeita (do verbo “perfazer”) -
Historinhas curtas, exercícios e outras coisas que, por funcionarem sozinhas, estão terminadas.
- “U r a Pirate!” – Por causa da musiquinha do Lazy Town (um vício para mim adimito…)
-“A caixa de som ruim, os bêbados barulhentos e dois pedaços de dedo” – Sobre algo que alguns conhecem e que inicou outra coisa que todo o Mundo conhece e gosta sem dúvida.