Publicado por: - TCZ - | domingo, 28 janeiro 2007

"Capítulo dois"

[Ouvindo Rolling Heads – Twilightning. Realmente recomendo FORTEMENTE essa banda… principalmente no último Cd, “Bedlam” de 2006. Ouçam que aposto que não se arrependerão!]

Bem como vão todos vocês? Espero que tão bem quanto eu!
Realmente foi um fim de semana excepcional… Tudo justo e perfeito no front meus camaradas… melhor impossível.

O período está pelo fim, provas, trabalhos esse tipo de coisa… cansa ao mesmo tempo que te deixa aliviado justamente porque já está acabando. E ao mesmo tempo que eu quero o descanso merecido das férias, ando caçando encrenca em diversas frentes de batalha.

O velho comportamento bipolar normal de cada dia…

Bem, pelo menos tenho algumas notícias boas e ruins do front. Como elas se misturam vou dar as duas e vocês, fiéis leitores, me digam nos comentários qual é qual: estou incrívelmente cansado para compor alguma coisa nova e interessante então resolvi postar o capítulo dois. Em parte porque me poupa de criar alguma coisa (e ainda tenho que estudar para duas provas…) e em parte porque parece que vocês gostaram do “Winner Hands” (ah, não falei qual seria o título do folhetim? Agora falei)
O autor não me autorizou exatamente a publicar o dois, mas dane-se que hoje eu estou animado e o blog é meu!

Vejo-os no posfácio.

***

Canastra

Morava num apartamento. Nunca morou em casas, imaginava como seria morar em uma, sempre quis escorregar em corrimões de escadas e ter um quarto no sótão como nos filmes que assistia. Mas morou por toda a sua vida em apartamentos e nunca conseguiu passar do quinto andar.

Talvez por isso gostava de lugares altos.

O apartamento morava um edificio comum, sem nada de especial. Durante muito tempo ele foi o mais alto da cidade, mas isso tinha sido na época em que ainda se jogava gamão e isso foi a muito tempo, agora era mais um prédio velho e desvalorizado, com erros no projeto e canos de chumbo envenenado a água dos moradores.

Morava com seus pais e com seus animais de estimação muito embora parecesse que morava sozinho.
Quase não se encontravam, incompatibilidade de horários, quando estava acordado eles estavam dormindo, quando eles estavam acordados estava fora ou no colégio ou andando sem rumo nas ruas, quando estava em casa estavam fora trabalhando, quando todos estavam na casa e acordados estavam cansados demais para interagir, cansados demais para fazer qualquer coisa que não fossem suas necessiades básicas e diálogos vazios de função fática.

Mas de forma alguma era um lar infeliz, todos se amavam sem dúivida, porém sem dúvida não se conheciam. Ele achava que eram gatos embora não tivesse certeza. Ele achava que ao invés de gatos eram seus pais seus animais de estimação embora também não tivesse certeza. Bem, tanto fazia como jamais iria descobrir ja que ambos, possiveis gatos ou seus pais jamais entravam no seus quarto enquanto estava nele. Achava que um dia tinha urinado na porta sem perceber porque mantinha as pessoas afastadas do quarto.

O colégio (ou escola como queira) era um colégio comum, aliás como quase tudo nessa história. Aulas chatas que demoram anos para passar, aulas divertidas que passam num segundo. Professores chatos que você odeia superficialmente mas ama no fundo do coração, professores legais que vc ama superficialmente e odeia no fundo do coração. Alunos indivíduos, alunos grupo, alunos turba. Garotas acessiveis feias, garotas semi acessiveis inteligentes, garotas inacessiveis bestiais. Popularidade, ostracismo. Uniformes e suas inevitáveis modificações ilegais segundo as leis da escola (ou educandário como queira). Todos aqueles ingredientes que fazem uma escola comum ser nada mais que isso.
Biblioteca (onde se esconde nos recreios da sua própria inépcia com as pessoas), Ginásio poliesportivo (não sabe o porque do “poliesportivo” já que o único esporte que praticava nele era o ócio), Salas incontáveis. De aula, da coordenação, de namoricos, de fumar, de transar, de almoxarifado, de comer, de comer escondido, e de informática que insistentemente chamavam de laboratório. Claro, nem todas oficiais.

Não vamos aqui descrever o relacionamento social dele com o colégio pois é impossível descrever o indescritível, o inexistente.

Fora a escola, vagava pelas ruas, as vezes em casas de amigos, as vezes em casas de jogos, mas nunca voltava a sua própria casa. As vezes achava algo com que se entreter, as vezes se entretinha vendo o entretenimento dos outros. As vezes simplesmente andava inventando intinerários e percursos novos. Isso fez com que decorasse as ruas da cidade. As vezes tentava fazer com que toda a sua caminhada fosse um movimento continuo. Isso fez com que se sincronizasse com os semáforos e ficasse mais ágil. Agilidade que misteriosamente desaparecia quando corria, aparecia apenas quando andava. E essas duas coisas faziam com que tivesse profundo conhecimento de cidades e de seu sistema, mesmo não tendo visitado muitas. Gostava de cidades, nunca tinha vivido em outro lugar, mas sabia que as cidades eram lugares melhores para se viver.

Não pensava muito em onde vivia, não pensava muito em como viva, não pensava muito.
Apenas vivia um dia de cada vez e isso o fazia feliz

Um dia de cada vez, cada um com suas particularidades imprevisíveis

Até quando começou a prevê-las

Alias

Prevê-las não, ele não era um vidente, era um intérprete. Um leitor dos verbetes do real, um ouvinte da sinfonia da realidade que eram sussuradas nas cartas.

Um Jogador.

***

Estilo meio cinematográfico não?

Deixemos isso de lado… agora preciso assumir uma maldição rogada num amigo meu, lançada por uma fada (sim, as vezes elas lançam maldições…)

*7 coisas que eu tenho que fazer antes de morrer…

– Morar em Hong Kong
– Aprender um instrumento virtuosamente
– Falar fluentemente oito linguas (uma a ma-ais… :P)
– Conseguir cantar perfeitamente todo o Bedlam do Twilightning
– Escrever um best-seller
– Desenvolver um sistema filosófico novo e único que carregará meu nome pelos tempos
– Zerar Enduro

*7 coisas que mais digo…

– “Relaaaaaaaaaaaaaaxa”
– “^^” (Tá, não é dizer, mas eu escrevo isso MUITO)
– “Petulante”
– “Ô Animal!”
– “MEU JESUS!”
– “Meu senso de responsabilidade apurado…”
– [Insira letra de música aleatória cantada errado]

*7 coisas que eu faço bem…

– Compor textos (passou do simples “escrever” faz tempo…)
– Neologizar/ Misturar linguas
– Dançar (coisas específicas lógico)
– Discursar/ Convencer
– Gambiarrar
– Merda
– Contar até sete (Mea Culpa Yumejin!)

*7 coisas que eu não faço

– Beber coisas alcoólicas
– Mentir
– Ser irresponsável
– Trair a confiança alheia
– Ser vulgar
– Falar sem pensar
– Comer carne de porco

*7 coisas que me encantam…

– Olhos femininos expressivos
– Dancinha do Hyde-sama
– Bailarinas
– Magrelas
– Garotas novinhas
– Desenhos do Will Eisner
– Música de qualidade

*7 coisas que eu odeio

– Pessoas inconvenientes em suas inocentes ignorancias
– Perder textos brilhantes no blink de energia
– Falta de auto-confiança
– SINUSITE!
– Indigestão prolongada
– Sapato social muito novo
– Ficar sem fazer nada por muito tempo

Desculpem pelo prolongamento do post, mas eu precisava assumir essa maldição lançada no meu amigo.
E como faria Samara Morgan, relanço a Maldição em mais pessoas

Yumejin
X
Yuusha
(Esses talvez atendam)
FANTÔMA5
Renan do “Mesa Esquizofrênica”
Carol do “Illusion”
Julientine
(Esses é muito difícil que atendam)

No mais senhores me despeço… querendo cada vez mais ser Finlandês com descendência Viking! (VIVA KIUAS!!!!)

Ofereço esse post a Odin!
LoL

See ya!

[When You Where Young – The Killers. Realmente é legal sair do eixo Power-Prog as vezes… as coisas mais simples as vezes são as mais interessantes!]

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