Publicado por: - TCZ - | terça-feira, 1 maio 2007

Noir – Part I

[DragonchaserAt Vance. Banda nova que eu conheci buscando sobre um dos vocais do Avantasia, Oliver Hartmann. Muito boa, Metal Neoclássico de qualidade. Vale pelo menos conferir.]

E como vão todos vocês leitores do Shooter? Bom feriado? Espero que tenha sido melhor que o meu que foi uma quase nulidade em matéria de entretenimento.

Não que não tenha feito coisas divertidas, mas foi bem menos do que eu esperava para esse fim de semana.

No mais, amanhã a guerra volta e eu devo ir ao front combater mais uma vez, mas felizmente, é como se houvesse um eco do presente feriado: a semana vai ter só dois dias (porque espertamente montei meu horário de modo que não estudasse de verdade na sexta) de modo que trabalharei bem pouco (de novo)

E claro, para os mais desavisados a próxima sexta TAMBÉM é feriado! Sim, devido a visita do Sumo Pontífice (também conhecido como Papa)(Também conhecido como Imperador Palpatine)
Então animai-vos, pois teremos MAIS UM FERIADO!!! (Pena que não me afeta nem um pouquinho… nem tinha aula mesmo…)

No mais caríssimos, vou deixá-los por aqui e vejo-os no posfácio.

* * *

[Fiéis leitores, hoje por falta de intelecto necessário à composição de um post interessante, me vejo obrigado para manter a freqüência do Shooter inalterada a postar, mais uma vez, um conto do mesmo autor que já havia utilizado anteriormente. E mais uma vez, não me foi autorizada a postagem pelo mesmo, que desde já me perdoe rs. Avaliem e tenham em mente que o material à seguir não passava de um exercício de narrativa de meu colega, então sejam bonzinhos com ele. eu posto aqui simplesmente porque gosto MUITO de coisas Noir.]

“O dia estava parado naquela quinta feira de Abril. O meu escritório parecia mais vazio à tarde talvez pelo sono modorrento do após o almoço aliado ao calor que fazia em Holy City naquele outono. tudo cheirava a mofo e suor, como se o escritório não houvesse sido aberto nos últimos meses… o que não deixava de ser verdade em parte. Estava tudo muito parado nos últimos meses e no meu negocio calmaria e sinal de maus negócios.

Estava sentado na minha cadeira giratória que se escondia por detrás duma escrivaninha que muito não se via a superfície. Vivia sempre atulhada de jornais, cinzeiros e material de trabalho. contemplava sorrateiramente um daqueles malditos cubos coloridos para crianças. Havia recebido um por engano fazia dois anos e até então não sabia como resolvê-lo. Depois de um tempo parei de tentar e decidi apenas observá-lo sabiamente. A escrivaninha ficava de costas para a janela, da onde podia se ver Park Street, a rua principal de Holy City com todo o seu esplendor decadente, sim era um bom escritório, bem localizado, a única coisa decente que jamais ganhei (herança de uma parente que nunca conheci) e a minha frente estava a porta onde eu podia ler ao contrario meu nome e minha função, que devido a falta de trabalho, quase me esquecia as vezes. “Carter Johnson, Detetive Particular”

Realmente fazia muito tempo que aquela porta não se abria. Aliás, fazia muito tempo que ninguém além de mim abria aquela porta

Então a porta se abriu, um homem baixo de feições franzinas com um envelope pardo na mão. Preferia que tivesse sido a estonteante mulher misteriosa dos romances policiais. Me ajeitei na cadeira largando o cubo e arrumando minha velha gravata. Afinal um cliente.

Pedi ao homem que entrasse e se sentasse na poltrona livre a frente da minha escrivaninha (sim porque a outra estava cheia de livros) para que pudéssemos conversar melhor.

Ele se aproximou com um cuidado notável, parte amedrontado (decerto nunca estivera num escritório como o meu) parte acuado (afinal havia entrado naquele momento praticamente em um outro universo. O Meu.) mas por fim sentou-se a minha frente.

Perguntei qual era o negócio, o que o tinha trazido até mim. Ele timidamente me entregou o envelope. Entendeu-o a minha frente cabisbaixo, como se temesse me olhar olho a olho. Eu peguei o envelope e comecei a abri-lo, haviam alguns papéis dentro dele junto com recortes de jornais recentes, mas quando voltei meu olhar ao homem ele já estava saindo da sala, porém de costas para a porta e de frente para mim, com uma expressão no rosto como se tivesse medo de mim ou coisa do tipo… logo entendi, ele era apenas um homem de recados utilizado por alguém que não queria ser identificado. Alguém que tinha medo que eu fizesse perguntas demais. Pois bem, contanto que me paguem, não me importaria caso o próprio demônio me contratasse.

No envelope haviam poucas coisas de fato. Um bilhete, três recortes de jornal e um mapa do bairro oriental de Holy City. O bilhete era escrito a pena numa letra trêmula porém decidida e de boa caligrafia, familiar talvez. Deduzi que quem o tivesse escrito estava abalado emocionalmente. Dizia algo mais ou menos assim

‘Prezado sr Johnson,

Segue nesse envelope levado por meu empregado indicações a respeito do serviço que quero que o senhor desempenhe…
Por favor ache esse maldito eu lhe peço, nessa cidade sem lei restam a pessoas como eu apenas pessoas como o senhor. Terá além de seu dinheiro minha eterna gratidão.
A primeira metade do pagamento encontra-se no banco central de Holy City, cofre número…’


Realmente havia um numero de caixa forte com uma senha especifica para abri-lo”

* * *

E aí? Que acharam? Que não continua? É, eu TAMBÉM achei exatamente isso… mas gostei da ambientação (tentei achar uma imagem que contribuísse para isso e acho que consegui)

Apesar do ótimo início de conto, quero me desculpar com os leitores por não trazer um post interessante de autoria própria dessa vez. No mais, comentem bastante e deixem o autor saber que querem uma continuação, porque eu realmente QUERO uma rs.

Então amigos, deixo-os recomendando que passem e leiam o Oroborosai, pois ele também está com um ciclo de posts interno interessante e eu recomendo fortemente visto que confio de forma plena na capacidade do Yumejin-kun de fazer coisas interessantes e boas de fato.

Até um próximo post senhores leitores e boa micro semana para todos.

Um dia aí os outros Shooter postam não se preocupem!

See ya

Ps.: adivinhem… crise alérgica! Rsrs.

[Two Kings – At Vance. Como dica da semana também procurem músicas duma banda chamada “Trans-siberian Orchestra” eu achei simplesmente magistral!]

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