Publicado por: - TCZ - | quinta-feira, 6 novembro 2008

Zeitgeist Vibes for Me

Guardem seus fogos crianças, essa noite quem dorme é o cérebro do povo, não o Leão. As coisas não são como parecem, na verdade, são justamente o contrário, ou assim parece ser o mais provável.

Barack Obama ganhou, nenhuma surpresa nisso. Todos falam em “governo da mudança”, “justiça social/racial” e outros mitos modernos, nenhuma surpresa nisso. Barack Obama provavelmente vai morrer antes que saia da Casa Branca.

Eu não ficarei nem um pouco surpreso com isso.

(Sentiu o peso da pi*a né? Se for uma pessoa sensível nem clica no leia mais ok? Me poupe da sua possível burrice)

[esse post está sujeito a uma condição especial do termo de responsabilidade para idiotas, com sutis alterações quanto às suas cláusulas, e uma principal que é o fim: definitivamente não é o humor]

Logo quando começaram as prévias para as eleições americanas eu já vi o circo se armando e me preparei para alguns meses de chateações. Nada, nem caso Meninojoãohélio, Meninaizabella, Meninaeloá, nada se compara em quesito circo de mídia do que eleições. Ainda mais quando essas eleições são do pretenso “país mais poderoso do mundo”. Se quando o circo é no nosso quintal já ficamos cheios de olhos e linguiças penduradas, babando pela possibilidade de entretenimento barato, imagina quando vem um “Cirque du Soleil” dessas proporções.

Uma muher e um negro contra um homemau. Quem não enxerga os personagens de uma muito mau-armada comédia me perdoe, mas essa cegueira é sinal de, no mínimo, inocência. São duas minorias (que aliás de minorias não tem nada, mas chego nisso logo logo) contra um vilão velho conhecido de todos. Sabe, é um Luke Skywalker Negro e uma Princesa Léia MAIS Irritante contra o Império(Americano). Muito previsível e risível de certa forma. Mas tudo bem, vamos continuar vendo a comédia, porque comédias são assim: a gente sempre sabe como acaba, mas a graça é ver como chega até lá e rir das piadas que vem pelo caminho (Hellooooooooo Sara Palin)

Logo vi que o Obama iria pra eleição “não-brinks” pois ele representa tudo aquilo que é preciso para ser um presidente ÚTIL nesses tempos que se seguirão. Sem questões sexistas aqui meninas, mas nunca uma mulher vai estar a frente dum país REALMENTE poderoso e influente. Nada contra a capacidade feminina nem nada (embora mulheres tenham certas coisas que homens não tem e vice versa, daí alguns problemas comumente confundidos com simples “Preconceito”) pois esse mito é mais promulgado pelas auto-nomeadas feministas do que pelos rotulados “sexistas”, mas simplesmente não funciona dentro de certos problemas. A Inglaterra teve a sua grande mulher e deu no que deu. Mulheres são maravilhosas, obras-primas da criação divina, mas não combinam com o cirquinho de jogo de poder que existe por cima dos panos (Na verdade, nada impede e eu sinceramente acredito, que uma mulher na verdade comande tudo de forma oculta, mas isso é para outro dia). Assim, eu sabia que o Mr Obama ia enfrentar o senhor do Mal “Promoção do McDonald’s” McCain. Era questão de tempo.

E nunca duvidei também que ele ia ser eleito, isso era bem claro desde sempre. Até mesmo o fato da Hilary cair tem lá sua serventia, pondo medo no povo quanto a uma mulher presidente (Yumejin, presidente mesmo ou devo usar predisenta? Não é tipo poeta?) e mostrando que o caminho é outro: não se ganha por questões de sexo, enraizadas em nossa sociedade, mas por questões de raça/cor (e quem estuda em universidades públicas, principalmente a UERJ sabe que, depois de um certo tempo, TODO MUNDO é negro). Assim, ontem, Obama se sagra frontman do maior espetáculo da terra através dos simbolos que carrega consigo.

Obama é negro. Não me diga que você não percebeu isso certo? Agora me digam, quando você pensa em negros nos EUA, o que vem a cabeça primeiro, as três primeiras coisas por exemplo? Na minha vem, na ordem: escravidão, Harlem e “Everybody Hates Chris”. Das três a primeira é o meu ponto. Barack Obama é negro, dizendo que quando for eleito vai fazer o governo da mudança (ele não diz exatamente assim, mas a maior parte das pessoas associa isso diretamente a cor dele) e que vai fazer do pais um pais melhor e “bla bla bla papodepolítico”. Ai você pensa “poxa que marco histórico, um negro na casabranca… cacete, um descendente de escravos” OPAAA. Obama é HAVAIANO (bem longe de conflitos raciais nos EUA) filho de uma mulher Branca ( que faz dele um bem vindo mestiço). E a avó dele (que descanse em paz) mora no Quênia. Mas péra, os antepassados dela foram escravos e depois ela se mudou denovo para a África, ou, na verdade, Obama é descendente de imigrantes Quenianos? Me digam meus amigos… quem tem dinheiro para imigrar num país africano? Um escravo da pirâmide social? I don’t think so…

Então, parcialmente, analisamos o mito racial de Barack Obama e vemos que, assim como nas cotas da UERJ, ele é “menos negro” do que aparenta. Agora ao mito social.

Obama é negro, negros são pobres, Obama eleito vai trazer a mítca e folclórica “justiça social” RIGHT? Right? Maybe… correlação não é causa. Essa associação por si só já é MUITO preconceituosa e pejorativa. Pejorativa por associar uma cor de pele à uma condição social, preconceituosa porque todos sabemos das reais condições das doenças sociais atuais, que antes uma questão de COR, são uma questão MONETÁRIA. Você é discriminado não por ser NEGRO, mas por ser POBRE. Na verdade, a questão afro-decendente virou nos últimos anos um “paradigma judaico” no tocante ao Holocausto (Holocaust deniers, vocês agora tem um novo filão) Portanto meu povo, isso de Obama simplesmente por ser Negro que dizer que ele vai trazer justiça social é um mito muito bem fabricado por quem comanda tudo isso, uma correlação muito bem montada que garantiu os bons olhos do mundo sobre os EUA, trazendo novamente os ares de “Paraíso da democracia” que aquele país tinha desde 1776. O que introduz nossa próxima parte à discutir…

Os EUA passam por uma crise séria, que já era esperada desde muito (ficar prestando atenção nas coisas que vem aos seus ouvidos durante os anos é muito bom sabem, você meio que fica preparado para qualquer eventualidade) e que, provavelmente, vai afetar e muito todo o mundo. Para isso, os EUA precisam urgentemente de medidas especiais de contenção de catástrofes. Eles já usaram uma guerra no passado e criaram várias depois disso. Agora talvez o caminho seja outro, ou o mesmo, mas com modificações sutis. É extremamente conveniente a eleição de um candidato tão popular agora, nesse momento em que possivelmente os Estados Unidos precisarão da opinião pública global favorável aos seus métodos. Talvez mesmo a gestão desastrosa de Bush seja um preparatório para a gestão conciliadora e progressista de seu sucessor, aclamado pelo povo e pelos analistas como aquele que veio para salvar os EUA e impedir ou amenizar a catástrofe mundial que se anuncia. Um messias salvador, é disto que o mundo precisa, dum Rei dos pobres, que por sua cor e por sua sugerida origem redimirá os pecados dos brancos e ricos e trará mais igualdade ao mundo.

E para que servem os messias? Para morrer, virarem mártires e unirem as pessoas em torno de um novo sentimento fabricado por aqueles que tem as qualidades para tal, para que as coisas entrem novamente nos exios em torno de um novíssimo paradigma, fabricado para normalizar as coisas após a tempestade. Tivemos um ensaio nas mortes de Roosevelt e Kennedy. A primeira serviu para constatar e medir o impacto de uma morte importante de um presidente popular (e que apesar de ter sido natural, serviu para uma medição apropriada do alcance do evento), a segunda foi a constatação que tal evento pode muito bem fabricado através da construção de uma boa imagem junto ao povo (o que levou junto com o presidente uma atriz ou outra no pacote) eassociada a uma morte trágica que foi, certamente, um ensaio para algo maior. A experiência que garantiria a validez da hipótese e a transformaria num método seguro. Imagine então, se pegarmos um Kennedy MUITO mais influente e importante? Quais as consequências disto?

O que me irrita e me assusta em quase iguais proporções (mais me irrita que me assusta, deixo bem claro) é que as pessoas não enxerguem a cadeia linear de acontecimentos. Em nenhum momento recorri a nada de extra do que ouvi durante esses últimos dias, apenas o que observo e infiro das coisas que me cercam e é isso o que vejo (caso esteja errado, apoiado em informações equivocadas que, porventura, venham a desmerecer meu juízo, por favor manifestem-se nos comentários e me tranquilizem de certa forma). Não entendo como as pessoas sejam tão ingênuas para se iludir, enxergando algo que não se apresenta. Ou me falta juízo ou me sobra imaginação. Prefiro continuar com a minha visão acerca dos fatos, que sinceramente, até hoje não me falhou e sempre me manteve no caminho correto. Mas olhar ao redor e ver que ninguém percebe a vontade das grandes fontes de poder global como a mídia por exemplo para fazer de Barack Obama um autêntico Jesus Negro Milenarista, que veio para solucionar todos os problemas do mundo e ser um símbolo dos novos tempos, desse “wind of change” que todos sentem menos eu, me deixa muito menos desesperançoso. Ou seja, produz justamente o efeito contrário.

Curiosamente amigos, 2012 virá em menos de quatro anos e eu estou me preparando. em última instância, se ocorrer o “melhor”, eu ficarei aliviado por ter me preoupado tanto de forma desnecessária e serei uma pessoa melhor pelas medidas que estarei adotando até lá.

Caso tudo ocorra como o previsto, caso ocorra o “pior”, eu não ficarei surpreso.

E você leitor, não é obrigado a acreditar nem mesmo a levar a sério qualquer coisa escrita aqui. A escolha é sempre sua.

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Responses

  1. TCZ, como eu conversei contigo no MSN eu também não me surpreenderei se ele vier a morrer. Até porque se tem um lugar que a política do medo existe, é no EEUU. Eu espero que ele não morra, pois nos mostrará alguma mudança. Mas isso é esperança, do mesmo jeito que o achismo é.
    Quanto aos fatos que você expos. Não concordo com tudo que você falou. Até porque eu não sei se você não sabe ou se você escolheu omitir. Sim, ele é havaiano. Mas não ficou por lá muito tempo. O pai dele é queniano e Barack com três anos (isso eu não tenho tanta certeza) foi abandonado. Um tempinho depois ele foi para a Indonésia. Ficou lá mais um tempo e aí voltou para morar com sua avó materna (que era branca e que faleceu um dia antes dele se eleger presidente). Depois ele foi para Chicago.
    Quanto a parte que você duvida que ele seja descendente de escravo por duvidar que uma pessoa possa imigrar da África…eu acho meio babaca esse argumento, mas é seu ponto de vista.
    Concordo que a mídia, e não só a estadunidense, mas a global mesmo, era Obama desde pequeno.Era rídiculo. Mas o Obama nunca falou que ele era o candidato pelos negros e todo esse estardalhaço que outras pessoas falam. É importante frisar que ele não fez discursos nessa linha.
    E não, ele não vai praticar mudanças bruscas. Mas a mudança que ele propõe é a mudança de atitude. Ao invés de colocar tanques e guerras, ele diz que quer ir por exemplos e no diálogo. Você pode falar que isso é impossível. Mas você também sabe que alguém defender publicamente ações de forma nobre, politicamente, faz diferença do mesmo jeito que ao vermos pessoas que defendem virtudes e ações boas sem esperar um retorno. Só pelo simples ato de fazer algo de bom pelo outro. Não, eu não estou falando que esse é o caso. Só estou falando que é importante termos pessoas desse tipo.
    Quanto ao McCain, o azar dele é o Bush ser do mesmo partido que ele. E sim eu também acho que a eleição do Obama só se deu pela catástrofe ambulante que é o Bush.
    Presidente ou Presidenta? Bom quando a Cristina Kirchner se elegeu, teve uma discussão sobre qual era a palvra correta…e não se chegou a uma conclusão. Algumas pessoas a chamam de presidenta e outras de presidente. O negócio é que não existia um caso precedente. As mulheres que se elegeram, são chamadas de 1ªministra. Eu gostaria de lembrar ao TCZ sobre Angela Merkel da Alemanha.

  2. E nossa, que grande nação poderosa é a Alemanha ¬¬, olha só o tamanho do exército deles e de sua influencia na geopolítica ¬¬²

    E seus contra-argumentos funcionariam só se os presidentes de fato mandassem numa nação, coisa que infelizmente não é o caso. É um exemplo de lógica simples, como diria o DeepThroat, “Follow the money”: quem deu e possui o dinheiro manda.

    E eu APOSTO que não foi o próprio Obama que financiou a própria campanha. Sabe aquilo de que quando a coisa e MUITO conveniente e providencial você precisa desconfiar, poizé.

  3. Eu já falei no msn mas enfim, hj abri o jornal e tinha uma parte somente ao Obama… oChavez falando bem, o Evo, até o própio Bush, tudo virou um grande sonho e o mundo parece que virou um algodão-doce gigantesco… até no EMA (premiação da mtv européia) tinha tanta gente com a camisa do Obama que até brincaram que ele era o artista do ano… Eu desejo boa sorte e acho que além do Kennedy, a maior semelhança é com o Luther King mesmo, ou seja, todo mundo morre no final xD.
    Eu acho que esse algodão-doce gigantesco não dura um ano, e das duas uma: Ou ele não vai fazer nada significativo mesmo ou ele vai tomar decisões que seriam de cunho duvidoso ha algum tempo, mas que serão bem vistas porque vem do homem dos sonhos, mesmo que presidentes não façam quase nada, são meio que relações públicas.
    Outra: A grana saiu das doações dos eleitores dele uai, nenhuma novidade, tinha até anúncio no site dele pra doações.Ao invés de apostar nas doações gordas como os republicanos, ele fez com que cada americano que quisesse doasse.
    E eu falei que isso da parte feminina ia dar merda :P

  4. -TCZ-, você está dando asas muito grandes à sua imaginação – ou à paranóia. Quando discutimos Gabeira aqui, você ficou com dois pés e metade do corpo atrás, não? Mas esse não é o assunto.

    ===

    Começando pela referência a mim no texto. Na gênese da nossa língua, todas as palavras terminadas em -nte eram comum-de-dois. Por exemplo: o amante, a amante; o atendente, a atendente. Portanto, pela norma original, seria a presidente.

    Contudo, hoje em dia, a forma ‘presidenta’ é aceita como válida por quase todos os dicionaristas e gramáticos brasileiros. Por isso, use a forma que desejar. Eu prefiro a presidente, mas, como já disse, sou adepto do “acordo gramatical”.

    ===

    Em relação a termos uma presidente relevante, que não seja continuação do marido, como na Casa Rosa, sou obrigado a concordar com o Mr. Balboa: e Angela Merkel, do CDU e presidente da Alemanha?

    Você questiona o poder da Alemanha enquanto nação. Basta lembrar que ela possui o 5º maior PIB do mundo, usando como critério a Paridade por Poder de Compra, e o 3º, usando o valor nominal. Se a União Européia for considerada como um único ente, ela teria o maior PIB do mundo. E adivinha quem é o país mais forte da UE?

    E, como você bem sabe, poder econômico é poder político. Tanto é que o presidente-eleito Barack Obama já se encontrou com ela para discutir futuras políticas econômicas para que o mundo se recupere da crise.

    Existem vários outros argumentos, como o fato de que várias grandes montadoras [Volkswagen, Mercedes] e empresas farmacêuticas [Bayer] terem a matriz lá e, portanto, enviarem os lucros das operações mundiais àquele país, não contando para seu PIB, mas para seu PNB. Ou seja, você foi muito infeliz nesse questionamento.

    ===

    Quanto ao post em si: você tem razão em dizer que a mídia mundial o pintou como uma espécie de Jesus Negro Secular. Contudo, como o Mr. Balboa também disse, isso não fez parte do discurso do então candidato Obama. Ele nunca se colocou como “o candidato negro” ou “o candidato pobre”.

    Se ele vai fazer grandes mudanças? Não saberia dizer. Mas que ele será lembrado, isso, será. É fácil deduzir porque Kennedy é lembrado até hoje por causa de seu carisma, e não pelo seu governo, que não chegou nem perto de ser dos melhores.

    Eu não sou partidário da opinião de que Obama é o salvador do mundo, mas tampouco acho que essa aura dele seja apenas enganação. De tudo, acredito que seja mais provável que ele paute as relações internacionais dos EUA pela via diplomática, onde ele tem mais chances de conseguir ganhos. Claro, isso não inviabiliza ações por trás dos holofotes, mas não gostaria de fazer qualquer afirmação.

  5. TCZ, eu acho que você está menosprezando a Alemanha. Quanto ao exército…é justamente essa política que levou as confições de hoje. O pensamento de que é mais forte quem tem mais armas. Se for assim o mundo não mudou nas primeiras posições. Continua sendo EUA em primeiro e seguido pela Rússia.
    Se eu estivesse usando o exemplo da 1ª ministra do Chile, eu até concordaria contigo, mas você foi muito mal nos seus argumentos quanto a Alemanha.
    Como disse a Julientine, é óbvio que o dinheiro não é dele. É dinheiro angariado em capanha. Você não sabe de quem vem grande parte do dinheiro. Os candidatos sabem de quem vem as grandes doações. E aí entra as alianças. Se você me diz que acha que não é o presidente que comanda as nações, talvez você se refira a quem patrocina. Então é uma escolha do candidato de quem ele vai receber o dinheiro e portanto”governar”no futuro dentro de suas bases.
    Quanto ao comentário da parte feminino, não é uma discussão de capacidade. É uma discussão de o TCZ ter ignorado algumas pessoas(tá bom…a Angela Merkel)

  6. Senhores, vocês parecem não merecer o crédito que lhes dou, mas bem, vamos explicar como se fazem às crianças, tal qual Wittgenstein uma vez utilizou como exemplo, para àqueles que, em situação hipotética, se referem em suas representações mentais APENAS ao que está escrito, não fazendo qualquer pensamento externo ao que leem. Eu não queria fazer isso, mas essa mania de “quick reply” de vocês merece uma lição…

    “E nossa, que grande nação poderosa é a Alemanha ¬¬, olha só o tamanho do exército deles e de sua influencia na geopolítica ¬¬”

    Quando eu usei “¬¬” foi uma TENTATIVA de tentar usar de ironia, não funcionou pelo visto.
    Balboa meu querido, eu não considero poder bélico a única forma de expressão possível, mas considero sem dúvida como fator determinante numa questão qualquer em grande escala. Qualquer nação economicamente poderosa DEVE possuir força armada no mínimo equivalente a este OU se apoiar em tratados e aliados, como é o caso do Japão pós-segunda guerra. A Alemanha pode ter o dinheiro que quiser Yumejin, mas em caso de conflito de influência direto o exército conta SIM. Todo o mundo obedece os EUA não é simplesmente por causa econômicas. Basta lembrar que se Cuba tivesse MESMO armas nucleares, isso de “bloqueio econômico” nunca teria funcionado.

    Por estar inserida na União Européia justamente que a Alemanha goza de um DÉCIMO de seu poder de outrora. Agora todas as suas decisões enquanto país são sujeitas as regras do bloco. E consequentemente, seus desafios em termos de decisão são bem menores do que os de um país “sozinho no mundo” como os EUA e o Brasil por exemplo. Não venham com os acordos e órgãos aos quais os EUA pertençam pois não se comparam a o que temos na Europa. Se alguém me disser que a UE é muito poderosa eu concordo, nenhum país por maior que seja seu exército atacaria a União pois isso arruinaria o mundo que sobrasse da guerra… mas então, existe uma “Presidentae da UE”? Não né. NEEEEEEEEXT.

    Eu nunca disse que Obama usa do discurso Social e tocante a sua Cor na sua campanha. Mas parece que vocês, nobres Irmãos, se esquecem que mais é dito pelo que, exatamente ao contrário, não se diz. O que não se diz, muitas vezes expressa muito mais do que o que se fala efetivamente. Portanto AFIRMO aqui minha poderosa DESCONFIANÇA que não foi acidental a escolha de um candidato NEGRO as eleições dos EUA. Com tudo o que depõe a favor dessa idéia ele não precisaria falar absolutamente nada sobre essas duas coisas, pelo contrário: se falasse ai sim perderia a razão se apegar “a motivos apelativos” para a campanha. As coisas tomaram o rumo que necessariamente precisariam tomar numa hipótese ou na outra.

    E até você Julientine, acabou falando besteira e pondo palavras na minha boca. Ou não entendendo a ironia o que acaba funcionando do mesmo jeito.

    “Outra: A grana saiu das doações dos eleitores dele uai, nenhuma novidade, tinha até anúncio no site dele pra doações.Ao invés de apostar nas doações gordas como os republicanos, ele fez com que cada americano que quisesse doasse.”

    Quando eu disse que “apostava” que não foi o próprio Obama que tinha financiado a própria campanha foi em tom jocoso para completar a idéia expressa no parágrafo anterior, eu nunca seria tão irrazoável e mesmo idiota a propor que um presidente se elejesse as próprias custas, você leu isso porque quis.
    E ok, os eleitores contribuem… mas, lançando mão de um chute muito chutado (se quiserem fazer a conta que façam, o problema é de vocês) se cada eleitor de Obama desse 1000 dólares para os fundos de campanha, não chegaria a, talvez, metade do que de fato foi utilizado, fora o que acontece por detrás da cortina (a maquinha do poder funciona aqui E la e em TODA parte do mundo. Não existe tal coisa como “poder incorrúptível” pois, em última instância, até mesmo Deus se corrompe de certa forma. Faz parte do maniqueísmo intrínseco de todos nós)
    Os contribuidores REALMENTE importantes são aqueles que podemos chamar “titereiros”, e foi a ELES que me dirigi.

    Por ultimo aquilo que poderia ter me ofendido, mas eu lembrei de algo que eu mesmo escrevi e recomendo o mesmo trecho ao quase-ofensor.

    “-TCZ-, você está dando asas muito grandes à sua imaginação – ou à paranóia.”

    A isso respondo “E você leitor, não é obrigado a acreditar nem mesmo a levar a sério qualquer coisa escrita aqui. A escolha é sempre sua.”
    Você escolheu levar a sério, o problema é todo seu.

    E de mais a mais, encarem tudo isso que chamaram “imaginação demais/paranóia” como um outro “ponto de vista”

    Obs.: lembrando que até agora, de achismo em achismo e palavras socadas na minha boca, não apareceu um argumento que torne a idéia irrazoável…

  7. 13 parágrafos, não são 31 mas de certa forma são sim :P

  8. 1º Eu falei sobre as doações pro Mr Balboa.

    2º Em nenhum momento TCZ eu escrevi que concordava contigo nisso ou naquilo, eu escrevi sobre o que li no caderno sobre eleições e sobre as frases dos outros presidentes, se você mesmo diz no final do seu comentário que: “E você leitor, não é obrigado a acreditar nem mesmo a levar a sério qualquer coisa escrita aqui. A escolha é sempre sua.”
    Você escolheu levar a sério, o problema é todo seu.”

    Se eu fosse você, relia meu comentário pois o que falei, falei para o Mr Balboa, e de resto, foi um desabafo sobre um caderno que EU li que me deu raiva e/ou angústia. Não entendi aonde soquei palavras na sua boca se não fiz refêrencia a parte nenhuma de seu texto (tirando a parte sobre mulheres, que falei contigo no msn que ia dar merda e expliquei o porque), agora se você entendeu desse jeito e quer encarar como “socar palavras na sua boca” sinta-se do jeito que quiser, o problema é seu.

  9. Até mesmo quando falei das duas opções para o Obama na minha opinião, eu falei que EU achava o que iria acontecer, não fiz referência a ti.

    Só não entendi mesmo uma coisa: Se eu não sou obrigada a levar a sério qq coisa escrita e bla bla bla o problema é meu, porque você está usando 13 parágrafos pra se justificar? Se você continua escrevendo, as pessoas vão continuar interpretando de qualquer maneira que possa ser diferente da sua, logo o problema começa a ser seu também. E ficar usando o nome de Wittgenstein como se fosse um cristão fanático usando o nome de Jesus tá dando no saco :P

  10. Desculpa se eu gosto do Austríaco.

    E a birra maior não foi com você, foi com os rapazes. Eu escrevi os treze parágrafos não foi pra me justificar ou corroborar algo do post, não diretamente. Essa parte é com o leitor, de gostar ou não.

    O que eu não tolero é refutar por refutar e comentar no automático entende? “Falou de mulher… ANGELA MERKEL”, “Muita teoria da conspiração… PARANÓIA”.

    Se for para comentar automático, que seja um “Ficou bom, adorei. Beijosmeliga”. A graça de responder comentários é pela discussão em si, ei, esse não é o tema do blog afinal? :D

    ; )

  11. Pode gostar , c sabe que adoro encher seu saco :D

    É o tema sim, mas como é um blog, tá escrito e ponto.Alguém vai acabar entendendo de uma maneira completamente distorcida (Como diria Chico Buarque: se alguém me diz que a minha letra era sobre tal coisa, era, pelo menos para ela, que entendeu assim), mas eu entendi sim, só defendi meu boizinho ;D

  12. Er…algumas coisas.
    Esse sinal de ¬¬ para ironia, mas pareceu descrédito do que ironia. Depois que você falou até dar para entender. Agora ficar irritado por você não ter sido mais claro, não “cola”.
    Quanto a força bélica da Alemanha…não sei qual é…se alguém realmente souber para nós termos mais dados, por favor exponha. Assim paramos de brigar no campo dos achismos.
    Quanto a força deles terem diminuído por ter entrado na UE. Tem alguns pontos que é verdade, mas tem outras que não são. E a presidência da UE é rotativa como no Mercosul. Não sei se ela vai chegar a ocupar esse cargo.
    Se cada eleitor doasse 1000 dolares, ele ia ter muito mais grana do que gastou, mas eu entendi o seu argumento geral.
    Quanto a sua desconfiança…a desconfiança é sua e como você mesmo falou ao fim do seu post, se você errar, errou.
    A Julientine: como é que você me diz algo sem nem eu ter citado. É só olhar a sequencia de respostas. Eu só fui falar da doação depois que você e o TCZ falaram. Isso eu já sabia muito bem, tanto é que nem tinha pensado em entrar nesse campo.
    TCZ…eu de vez em quando vejo essa dificuldade. O texto quando nós estamos escrevendo faz o maior sentido, pois nós sabemos os tons que cada palavra tem. Só que quem lê não. As vezes acontece isso. Portanto, quanto aos erros de interpretação de ironias, não acho que você tenha que reclamar e sim explicar como o fez.
    E você e o Yumejin que se entendam…vocês serão os estereotipos do filme “Dois velhos rabugentos”

  13. Eu sou o Walter Matthau. Pedi primeiro.

  14. pra mim obama é um alienígena disfarçado para uma invasão global

    aweeey XD

  15. Bom, concordo quanto a possibilidade de assassinarem, mas creio que o Obama é um presidente + ”controlável” do que ”matável”.
    Todos sabem o processo de lobby clássico das eleições americanas, acreditar numa campanha sem nenhum pedido de retribuição dos investidores é sonho e bem distante, todos aqueles que convivem em eleições de ´tamanho rázoável sabem que patrocinios,pedidos e cabides ocorrem(até em eleições de nivel pequeno, com favorecimentos como dar salas a grupos que apoiam determinado canditado, enquanto outro grupo pede sala a um bom tempo e não conseguiu) .
    Assim como não acredito nesta ”eleição pura”, tb não acredito na incrivel mudança, é muito bonita a volta do ideal democrático americano, mas antes de acreditarmos nisso devemos esperar para saber se esse será um presidente que entrará nos livros por ser bom, por ser morto ou por ser odiado por Michael Moore

  16. kudos pelo post!

    bonitinha essa coisa de ainda ter gente que acredita que o Obama pode trazer alguma coisa. Limpar a cagada terrorista pós-bush é o mínimo que se esperaria do novo presidente.

  17. They Want You Dead
    essa e a verdade, antes eles do que voce
    QUEREM SER ESCRAVOS DO SISTEMA???
    hj em dia agente fala AHH N TEM COMO ESCAPAR DO SISTEMA!
    com esse pensamento tbm fica dificil né?
    vamos nos unir e seguir as regras que o ZEITGEIST nos deu, vamos boicotar o sistema de forma sutil sem guerra sem briga. Pois se nos unirmos iremos simplismente fazer com que o SISTEMA siga nossa vontade.


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