Publicado por: - TCZ - | quinta-feira, 24 dezembro 2009

Nicholas Was…

Nicholas Was…

older than sin, and his beard could grow no whiter. He wanted to die.
The dwarfish natives of the Arctic caverns did not speak his language, but conversed in their own, twittering tongue, conducted incomprehensible rituals, when they where not actually working in the factories.
Once every year they forced him, sobbing and protesting, into Endless Night.
During the journey he would stand near every child in the world, leave one of the dwarves’ invisible gifts by its bedside. The children slept, frozen into time.
He envied Prometheus and Loki, Sisyphus and Judas. His punishment was harsher.
Ho.
Ho.
Ho.
Gostou e quer saber mais sobre o conto, como nome do autor (não, não é meu embora eu gostaria muito que fosse) ou onde foi publicado primeiro e qual a história de sua criação?
Não entendeu nada e quer uma versão (ainda que porcamente) traduzida?
Então clica ai no “leia mais…” e tenham um Feliz Natal todos vocês!

Sobre o Conto

Assim escreve Neil Gaiman na sua coletânea de contos “Smoke and Mirrors”, edição Avon Books de 1998, sobre a história deste conto, “Nicholas Was…”, publicado pela primeira vez em 1989 em Drabble II-Double Century, contando um pouco dos motivos que o levaram a escrevê-lo e como foi.
“Todo Natal eu recebo cartões de artistas. Eles os pintam ou desenham por si próprios. E são coisas belas, monumentos de inspirada criatividade.
Todo Natal eu me sinto insignificante, envergonhado e sem talento.
Então um ano eu escrevi isso, escrevi mais cedo para o Natal. Dave McKean o caligrafou elegantemente e eu enviei para todo mundo em que eu pude pensar. Meu cartão.
Ele tem exatamente 100 palavras (102, incluindo o título) e foi publicado pela primeira vez em Drabble II, uma coletânea de pequenas histórias de cem palavras [100-word-long short stories]. Eu continuo querendo fazer outra história de cartão de Natal, mas é sempre 15 de Dezembro antes que eu me lembre, então eu deixo pra lá até o ano seguinte.”
E agora, a versão traduzida, livre e porcamente, por mim, pra quem não se sente à vontade com a língua inglesa.
Nicolau Era…
mais velho que o pecado, e sua barba não poderia crescer mais branca. Ele queria morrer.
Os nativos nanicos das cavernas do Ártico não falavam seu idioma, mas conversavam na sua própria, chilreada língua, conduzindo rituais incompreensíveis, quando eles não estavam trabalhando de fato em suas fábricas.
Uma vez a cada ano eles o forçavam, sob prantos e protesto, para dentro da Noite Sem Fim. Durante sua jornada ele estaria próximo a cada criança no mundo, deixando um dos presentes invisíveis dos anões do lado de suas camas. A criança continuava dormindo, congelada no tempo.
Ele invejava Prometeu e Loki, Sísifo e Judas. Sua punição era mais dura.
Ho.
Ho.
Ho.
De novo, Feliz Natal pra todo mundo =)
– TCZ –
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